quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Florianópolis é a cidade que mais recicla óleo no mundo
A capital catarinense acaba de bater um recorde mundial: Florianópolis foi considerada pelo Guiness Book a cidade que mais recicla óleo de cozinha usado em todo o planeta. Foram cerca de 18,7 mil litros em, apenas, um mês.
A marca foi atingida graças à campanha Floripa no Guiness*, promovida desde setembro pelo projeto ReÓleo, da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (ACIF). A ideia era mobilizar toda a população da capital para superar a marca de 10 mil litros reciclados em 30 dias. No mesmo mês que a ação teve início, Florianópolis ultrapassou e quase dobrou a meta.
Desde então, a capital catarinense reciclou mais de 200 mil litros de óleo de cozinha usado e, no final de janeiro, recebeu da equipe do Guiness Book o certificado de cidade que mais recicla o recurso. O feito será impresso na nova edição do Livro dos Recordes, que será lançada em novembro deste ano.
PRÓXIMO OBJETIVO
A campanha Floripa no Guinness foi encerrada com sucesso, mas o projeto ReÓleo segue crescendo. A capital catarinense já está reciclando de 28 a 30 mil litros de óleo usado por mês e, até abril, a iniciativa pretende alcançar a marca de 2 milhões de litros de óleo reciclado em oito meses, desde setembro.
Fonte: Planeta Sustentável.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Notícia boa para o Brasil: Embalagens poderão conter instruções de descarte para reciclagem
A Câmara analisa proposta que obriga os fabricantes a oferecer aos consumidores as instruções necessárias para o descarte correto de cada embalagem para a reciclagem. A medida está prevista no Projeto de Lei 4409/12, do deputado Laercio Oliveira (PR-SE), que modifica a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10).
De acordo com o projeto, as informações devem ser impressas de forma didática em cada embalagem. Caso o produto contenha itens diferenciados, que demandem formas diversas de descarte, cada elemento deverá apresentar suas próprias instruções. Esse é o caso das embalagens de suco, por exemplo, que contêm parte de papelão e parte de plástico.
Para Laercio Oliveira, a medida deve incentivar a reciclagem no País. “Uma política depende de uma cadeia educativa extremamente sólida e estruturada para ter efeito pratico. E, infelizmente, percebemos que os cidadãos brasileiros ainda não sabem exatamente como cada produto deve ser descartado”, lamentou.
Tramitação
A proposta foi apensada ao PL 3409/12 e será analisado de forma conclusiva pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Câmara Notícias
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Na Escola Municipal de Astrofísica
A nossa cidade vive uma crise ambiental permanente, por conta das ameaças que o processo de urbanização impõe sobre as áreas verdes. A cobertura vegetal existente na nossa cidade é constituída basicamente por fragmentos da vegetação natural secundária (floresta ombrófila e campos naturais), que ainda resistem ao processo de expansão urbana (no extremo da zona Sul, na Serra da Cantareira ao Norte) e em manchas isoladas (como as APAs do Carmo e Iguatemi, na zona Leste). Contudo, há também os ambientes implantados, como os parques e praças municipais e a escassa arborização viária, além dos conjuntos ou espécimes isolados em terrenos particulares.
Os parques da cidade são importantes não só para o lazer do paulistano, mas também para a manutenção da biodiversidade, para a minimização dos efeitos das mudanças climáticas e como espaços para a preservação do patrimônio cultural, histórico e ambiental.
Para conhecermos com mais detalhes estes aspectos dos parques urbanos o Departamento de Educação Ambiental e Cultura de Paz – UMAPAZ convida para a palestra “Parques da cidade: história, ecologia e ecotecnologia”
A palestra procurará resgatar a história dos parques mais antigos e abordará a perspectiva da aplicação de propostas de ecotecnologia para os parques recém criados. A apresentação será ilustrada por imagens e filmes na expectativa de ampliar a percepção e o entendimento da importância da criação destes espaços para a melhoria da qualidade de vida na metrópole.
Palestrante: Miriam Helena Bueno Falótico. Bióloga, pedagoga e doutora em Ciências (USP), Especialista em Meio Ambiente na SVMA e pesquisadora em ecologia e educação.
Serviço: Palestra: Parques da cidade: história, ecologia e ecotecnologia
Dia e horário: 18 de janeiro de 2013 (sexta-feira), das 14h às 17h
Palestrante: Miriam Helena Bueno Falótico
Coordenação: Valério Igor Victorino
Vagas: 80
Local: Escola Municipal de Astrofísica (ao lado do Planetário) – Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, Parque Ibirapuera (portão 10 somente para pedestres; portão 3 estacionamento Zona Azul).
Inscrições: inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br
Haverá certificação para os participantes.
Fonte: http://blogumapaz.blogspot.com.br/
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Mitos e Verdades sobre a reciclagem do metal
Fonte: Pão de Açúcar Sustentável
O Brasil já tem feito inúmeros avanços com relação à reciclagem de resíduos. E, de acordo com a Abralatas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade) e a Abal (Associação Brasileira do Alumínio), no último ano, bateu o recorde de reciclagem de latas, com 250 mil toneladas - o que corresponde a 98,3% do total produzido no país.
Para que este número fique ainda mais positivo para nós e para o meio ambiente, a série Mitos e Verdades do Blog Verde de hoje fala sobre o processo de reciclagem do metal.
Acompanhe abaixo os materiais metálicos que podem e não podem ser reciclados, e otimize a sua coleta seletiva. Além do descarte feito em casa, você também pode contar com as estações de reciclagem do Pão de Açúcar.
Reciclagem do Metal
Metais
Na primeira fase da reciclagem, os metais são separados por tipos e características. Desta forma, alumínio, cobre, aço e ferro passam por processos diferentes. Os benefícios para o meio ambiente vão além das questões climáticas - o processo de reciclagem libera apenas 5% das emissões de gás de efeito estufa.
A reciclagem ajuda a tirar a lata dos aterros sanitários e diminui também a extração de minérios com a bauxita - para cada quilo de alumínio reciclado, cinco quilos de bauxita (minério que gera o alumínio) deixam de ser extraídas.
MITOS & VERDADES:
Latas de tinta, inseticida e pesticidas: não podem ser recicladas por conta do material que elas contêm.
Pilhas: não podem ser recicladas por conterem químicos tóxicos - opte por descartar nas urnas que coletam pilhas e baterias nas lojas do Pão de Açúcar.
CDs: não podem ser reciclados por conter lâminas metálicas.
domingo, 9 de dezembro de 2012
Descarte de papel e coleta o seu papel é muito importante.
Não é novidade dizer que repensar sobre o descarte correto de resíduos pode ajudar a proteger o meio ambiente. Para muitos, separar o lixo pode parecer besteira. Entretanto, muitos benefícios provêm desse gesto tão simples. Colaborando com a coleta seletiva se reduz a extração de recursos naturais, além de diminuir a poluição, seja do solo, da água ou do ar.
Além disso, o descarte correto de resíduos possibilita a reciclagem, contribui para a economia de água e energia, melhora a limpeza e higiene das cidades e até previne enchentes. Isso sem contar com os empregos gerados pela renda e comercialização de materiais recicláveis.
Mas quando falamos especificamente de papel, qual é o descarte correto? Revistas e jornais velhos, folhas de caderno e papel sulfite usados, formulários, papelão, envelopes, cartazes antigos: o que fazer com tudo isso?
Antes de tudo, é preciso utilizar o papel com consciência. Procure não imprimir coisas desnecessárias, como e-mails ou documentos e reutilizar papéis antes de jogá-los fora. Rascunhos são muito bem-vindos pelo meio ambiente. E sempre que possível, substitua o impresso pelo digital: agendas telefônicas e calendários, por exemplo, não precisam mais ser impressos.
O que pode ser reciclado
Separe folhas e aparas de papel, jornais, revistas, caixas, papelão, formulários de computador, cartolinas, cartões, envelopes, rascunhos escritos, fotocópias, folhetos, impressos em geral e caixas Tetra Pak. Todos esses materiais podem ser reciclados.
O que não pode ser reciclado
descarte de papel
Adesivos, etiquetas, fitas crepe, fotografias, papel carbono, papel toalha, papel higiênico, papéis plastificados e de fax.
O descarte
Jogue seus papéis sempre em cestos separados. Restos de alimentos, copos descartáveis e diversos tipos de líquido podem sujar ou contaminar os papéis. Para serem enviados ao reciclador, os papéis devem sempre estar secos, sem resíduos de comida ou gordura. Desmonte caixas de papelão, minimizando ao máximo o seu volume. E por último, ao invés de amassar, rasgue o papel em vários pedaços, dessa forma esses materiais não serão descaracterizados na hora da reciclagem.
Fonte:fragmaq
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Em 2011, Brasil reciclou 22% dos plásticos pós-consumo
As 815 recicladoras de plásticos do Brasil faturaram juntas R$ 2,4 bilhões e geraram 22,7 mil empregos diretos
A reciclagem no Brasil aumenta a cada ano, em todos os segmentos. Latas de aço, alumínio, papel, papelão, vidro, eletroeletrônico, pneus, material de construção, enfim, nada se perde, tudo se aproveita. Nesse mesmo itinerário, o plástico continua a melhorar seus índices, embora ainda longe de atingir o patamar ideal.
Coletar plástico no meio da rua é uma opção de emprego para milhares de brasileiros FOTO: Eco Hábito
Pesquisa da Maxiquim, consultoria especializada no segmento industrial, desenvolvida com base em 2011, aponta que, no período, foram reciclados no Brasil 21,7% dos plásticos pós-consumo. Ou seja, 736 mil toneladas de plástico que se destinariam ao lixo foram transformadas em novos produtos.
Em 2010 a marca foi de 19,4%. A pesquisa é anualmente encomendada pela Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos e desenvolvida de acordo com metodologia do IBGE.
A pesquisa aponta que, no ano passado, o Brasil registrou 815 recicladoras de plásticos; 52,4% delas no Sudeste; 34,2% no Sul; 8,8% no Nordeste; 3,9% no Centro-Oeste; e 0,6% no Norte do País. Essas empresas faturaram juntas, em 2011, R$ 2,4 bilhões, frente aos R$ 1,95 bilhão faturado em 2010, ou seja, um crescimento de 23%. Essas empresas geraram nada menos do que 22,7 mil empregos diretos.
Mostra também que a região Sudeste foi a que mais reciclou material plástico em 2011 (55,5%), seguida das regiões Sul (27,7%); Nordeste (9,9%); Centro-Oeste (5,4%); e Norte (1,5%).
Os segmentos que mais consumiram plásticos reciclados no ano passado foram utilidades domésticas, agropecuária, industrial, têxtil, construção civil, descartáveis, infraestrutura, limpeza doméstica, eletroeletrônicos, indústria automobilística, móveis e calçados.
O nível operacional médio da indústria brasileira de reciclagem de plásticos em 2011 foi de 63% da capacidade instalada, que é de 1,7 milhão de toneladas. A pesquisa mostra que esse fator é um reflexo da falta de sistemas de coleta seletiva no Brasil, já que dos 5.565 municípios brasileiros, apenas 443, ou seja, 8% contam com algum tipo de coleta seletiva e que não necessariamente atendem à demanda ideal para o incremento da reciclagem de materiais como um todo.
Outros fatores que ainda limitam um aumento expressivo na atividade, apontado pela pesquisa foram: aumento do preço do material reciclado e consequente queda na competitividade em relação à resina virgem, altos custos de utilidades, como energia elétrica, impedem o crescimento das recicladoras, a baixa qualidade do material que é coletado, a informalidade das empresas, entre outros.
Um entrave especial que atrapalha sobremaneira a reciclagem de plástico e os demais segmentos de uma forma geral é o da bitributação. Mesmo utilizando matéria-prima que já sofreu toda uma carga tributária anteriormente, as empresas que reaproveitam esse material ganham como "incentivo" para livrar o meio ambiente do lixo novos tributos que podem incidir de forma infinita, tantas vezes haja a reciclagem.
Incentivo
Ainda assim, a posição do Brasil no ranking mundial em termos de índice de reciclagem mecânica de plásticos pós-consumo tem relevante destaque. Suécia (35%), Alemanha e Noruega (33%), Bélgica (29,2%), Dinamarca (24%), Itália (23,5%), Suíça e Reino Unido (23%), Eslovênia (22%) e Brasil (21,7%). A média da União Europeia é de 24,7%.
O presidente da Plastivida, Miguel Bahiense, acredita que a educação - a disseminação dos conceitos de consumo responsável, reutilização dos produtos e destinação adequada dos resíduos, entre eles os plásticos - é o canal mais eficaz para que toda a sociedade - população, indústria, poder público - compreenda seu papel em prol da sustentabilidade.
"É por meio da educação e do empenho de todos - poder público indústria (produtos e serviços) e população - que vamos conseguir aproveitar melhor os recursos, gerar economia e garantir a preservação ambiental", afirma o executivo.
O inglês Alexander Parkes produziu o primeiro plástico, em 1962. Rapidamente, o material tornou-se um grande fenômeno da era industrial, garantindo mais durabilidade e leveza. No entanto, como em sua maioria não é biodegradável, tornou-se alvo de críticas quanto à sua destinação final em aterros sanitários ou lixões.
Assim, a reciclagem do plástico começou a ser feita pelas próprias indústrias, para o reaproveitamento de suas perdas de produção. Quando o material passou a ser recuperado em maior quantidade, separado do lixo, formou-se um novo mercado, absorvendo modernas tecnologias para possibilitar a produção de artigos com cada vez mais percentual de plástico reciclado.
Diversidade
Existem sete diferentes famílias de plásticos, que muitas vezes não são compatíveis quimicamente entre si. Isso significar dizer que a mistura de alguns tipos pode implicar em materiais com defeito, de baixa qualidade, sem as especificações técnicas necessárias para retornar à produção como matéria-prima.
No mercado brasileiro, conforme o Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre), os sete plásticos mais encontrados são o polietileno tereftalato (PET), usado em garrafas de refrigerante; polietileno de alta densidade (PEAD), consumido por fabricantes de engradados de bebidas, baldes, tambores, autopeças, dentre outros produtos e o cloreto de polivinila (PVC), comum em tubos e conexões e garrafas para água e detergente líquido. Além deles, se destacam o polipropileno (PP), que compõem embalagens de massas e biscoitos, potes de margarina e o poliestireno (PS), utilizado na fabricação de eletrodomésticos e copos descartáveis.
Recicladoras
8,8% é o índice de recicladoras de plástico na região nordestina, bem abaixo dos percentuais verificados no Sudeste (52,4%) e no Sul (34,2%)
FERNANDO MAIA
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
São José é destaque em coleta seletiva
São José é destaque em coleta seletiva
Pesquisa mostra São José entre as melhores cidades nos itens custo e número de pessoas atendidas Agência O Vale
Pesquisa divulgada pela ONG (Organização Não-Governamental) Cempre (Compromisso Empresarial para a Reciclagem) aponta que São José dos Campos está entre as cidades brasileiras com maior destaque na área de coleta seletiva de lixo.
O estudo foi feito em capitais como Brasília, Belo Horizonte, São Paulo, Recife e Rio de Janeiro e municípios de grande porte como Campinas.
São José ficou entre as seis melhores cidades nos itens custo, volume de lixo que passou por coletiva seletiva e número de moradores beneficiados pelo sistema.
Com o estudo, denominado de Cicloft, é possível observar o quanto o setor cresceu no município. Se em 1999 apenas 61% da população era atendida pela coleta seletiva, neste ano o índice saltou para 100%.
Ainda de acordo com a pesquisa, em 2012 houve um volume mensal de 3.800 toneladas de resíduos destinados à coleta seletiva.
“O resultado [da pesquisa] não foi uma surpresa. Esforçamo-nos para evoluir sempre. Com a coleta seletiva, conseguim grandes ganhos, como o aumento da vida útil do aterro sanitário, economia de materiais naturais e uso de reciclados pelas empresas e geração de renda para os funcionários que trabalham com resíduos sólidos”, disse Denis Roberto do Rego, gerente de resíduos da Urbam (Urbanizadora Municipal S/A).
Melhorias/ A pesquisa mostrou ainda que o custo médio da coleta seletiva em São José é de US$ 101 (cerca de R$ 2,04) por tonelada. Ainda que abaixo da média nacional, de US$ 212, é necessário reduzir ainda mais o valor, já que de acordo com a ONG Cempre o custo ideal seria de US$ 47,50.
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